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Apresentação:

Este é o Blog Oficial da Nutri Mari Trigueiro . Aqui você terá informações sobre a profissional, dicas de nutrição (sem terrorismo nutricional), receitas, muito conteúdo de saúde que nossa Nutri Mari tem a nos indicar. Acompanhe o blog, favorite, compartilhe que você vai estar fazendo bem a si mesmo. Aliás, uma boa alimentação é garantia de saúde e longevidade. Apresentação da Nutri Mari Trigueiro: Olá, me chamo Mariana Trigueiro e além de nutricionista, também sou dançarina, super apaixonada por dança, música, poesia e arte em geral. Tenho 26 anos e desde os 16 anos eu escolhi essa profissão por ver o impacto que uma má alimentação causa na saúde e querer descobrir uma forma de mudar essa situação e assim ajudar as pessoas. Apesar de ter muitas outras paixões, como citei anteriormente, eu nunca consegui me enxergar fazendo outra coisa. Fui uma criança acima do peso e desde nova senti o peso dos padrões de beleza impostos pela sociedade. O ano de 2022 foi muito especial. Me tornei d...
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Comida de verdade: por que evitar temperos industrializados

Você ainda tem o hábito de usar temperos prontos na comida? Eles parecem uma solução prática para o dia a dia, principalmente quando a rotina está corrida. É só abrir o sachê, colocar na panela e pronto: a comida ganha sabor rapidamente. Mas será que essa praticidade compensa quando pensamos na sua saúde? Os temperos industrializados, como caldos em cubo, temperos em pó, sachês prontos e misturas artificiais para carnes, arroz, feijão e legumes, costumam ser produtos ultraprocessados. Isso significa que, além de ingredientes comuns na cozinha, eles podem conter grandes quantidades de sal, gordura, açúcar, amido, realçadores de sabor, aromatizantes, corantes e outros aditivos. E o problema não é apenas “ter sal”. O ponto principal é a quantidade e a frequência com que esses produtos entram na rotina alimentar. O que tem dentro dos temperos prontos? Ao olhar a lista de ingredientes de muitos temperos industrializados, é comum encontrar o sal logo no início. Isso significa que ele está en...

Pequenos hábitos para uma semana mais saudável e sem culpa

  Começar a semana com alguns lembretes simples pode fazer toda a diferença na forma como você cuida da sua alimentação, da sua rotina e até da sua saúde mental. Muitas vezes, quando pensamos em alimentação saudável, imaginamos mudanças muito grandes, difíceis ou cheias de regras. Mas, na prática, o cuidado também mora nas pequenas escolhas do dia a dia. Por isso, preparei um checklist para te acompanhar nessa semana. Nada de cobranças exageradas, culpa ou comparação. A ideia aqui é lembrar que cuidar de si pode ser mais leve, possível e gentil. 1. Beba água, mesmo nos dias mais frios Você não é um cacto, então não deixe de beber água. Nos dias mais frios, é comum sentir menos sede, mas isso não significa que o seu corpo precisa de menos hidratação. A água participa de diversas funções importantes do organismo, como regulação da temperatura corporal, funcionamento intestinal, transporte de nutrientes e manutenção da disposição ao longo do dia. Quando a ingestão de água fica baixa, ...

Como saber se sua alimentação não está adequada?

Nem sempre uma alimentação inadequada aparece apenas na balança. Muitas vezes, o corpo dá sinais no dia a dia de que algo na rotina alimentar precisa de mais atenção. Sentir fome o tempo todo, viver sem disposição, perceber retenção de líquidos ou sofrer com prisão de ventre podem ser indícios de que a alimentação não está atendendo bem às suas necessidades. É importante lembrar que nenhum sintoma deve ser analisado de forma isolada. Cada pessoa tem uma rotina, um histórico de saúde, uma relação com a comida e necessidades nutricionais diferentes. Por isso, observar o corpo é importante, mas buscar orientação profissional também faz parte do cuidado. A seguir, veja quatro sinais que podem indicar que sua alimentação não está adequada. 1. Sentir fome o tempo todo Sentir fome é normal. O problema é quando essa fome aparece o tempo todo, mesmo pouco tempo depois das refeições. Isso pode acontecer quando a pessoa está comendo menos do que precisa, pulando refeições ou fazendo escolhas que ...

Dia do lixo ou comida recreativa? Entenda a diferença

  Com certeza você já ouviu alguém falar sobre “dia do lixo”, não é mesmo? Essa expressão costuma ser usada para se referir àquele dia em que a pessoa se permite comer alimentos mais calóricos, diferentes da rotina ou que normalmente são vistos como “fora da dieta”. Mas será que essa é uma boa forma de falar sobre comida? Quando chamamos determinados alimentos de “lixo”, mesmo sem perceber, reforçamos uma ideia negativa sobre o ato de comer. Essa expressão pode parecer comum, mas carrega um peso importante: ela coloca alguns alimentos em um lugar de culpa, erro e descontrole, como se eles não pudessem existir dentro de uma alimentação saudável. E aqui vale uma reflexão: será que está correto chamar comida de lixo? Será que esses alimentos não podem ter um contexto dentro da sua rotina alimentar? A alimentação não precisa ser dividida entre dias perfeitos e dias de exagero. Quando uma pessoa passa a semana inteira tentando se controlar, restringindo tudo o que gosta, e espera apenas...

Alimentos permitidos e proibidos: como esse pensamento pode prejudicar sua relação com a comida

Quem nunca ouviu alguém dizer que determinado alimento é “permitido” e outro é “proibido”, não é mesmo? Essa é uma fala muito comum quando o assunto é alimentação saudável, emagrecimento ou mudança de hábitos. Porém, apesar de parecer inofensiva, essa forma de classificar os alimentos pode trazer consequências importantes para a relação que uma pessoa desenvolve com a comida. Quando colocamos os alimentos em categorias rígidas, como “bons” e “ruins”, “certos” e “errados”, “pode” e “não pode”, a alimentação deixa de ser um espaço de cuidado e passa a ser um lugar de culpa, medo e cobrança. Com o tempo, isso pode tornar o ato de comer mais pesado, gerando ansiedade antes das refeições, culpa depois de comer e a sensação constante de que é preciso compensar o que foi consumido. A verdade é que os alimentos não precisam ser vistos como inimigos. Cada um pode ter um contexto dentro de uma alimentação equilibrada. Um doce em uma comemoração, uma pizza em um encontro com amigos ou uma refeiçã...

Nutrição é mais do que contar calorias

  Durante muito tempo, a nutrição foi associada quase automaticamente à ideia de contar calorias, pesar alimentos e dividir tudo entre carboidrato, proteína e gordura. Mas a verdade é que a alimentação vai muito além dos números. Comer bem não é apenas atingir uma meta calórica ao fim do dia. Também envolve rotina, emoções, hábitos, prazer, cultura, saciedade, saúde, autonomia e a forma como cada pessoa se relaciona com a comida. É claro que calorias e nutrientes têm sua importância. Eles fazem parte da ciência da nutrição e podem ser úteis em alguns contextos. Porém, quando a alimentação passa a ser vista apenas por esse lado, algo essencial se perde: o ser humano que existe por trás daquele prato. Alimentação saudável não é só cálculo Pensar em alimentação saudável apenas como uma conta matemática pode tornar o processo cansativo, rígido e distante da vida real. Afinal, ninguém come apenas números. Comemos em família, em momentos de alegria, em dias difíceis, em celebrações, na p...

Talvez o problema não seja você e sim a forma como te ensinaram a fazer dieta

Você já se perguntou por que tantas dietas começam com esperança e terminam em culpa, frustração ou sensação de fracasso? Por que parece tão difícil manter uma alimentação “perfeita” por muito tempo? E por que, muitas vezes, quanto mais você tenta controlar a comida, mais ela ocupa espaço na sua mente? Se você se identifica com isso, talvez exista algo importante para entender: seguir uma dieta restritiva não necessariamente melhora sua relação com a comida. Em muitos casos, ela pode até piorar. Meu nome é Mariana Trigueiro, sou nutricionista, especialista em transtornos alimentares e trabalho com abordagem comportamental. E uma das coisas que mais vejo na prática clínica é o quanto as pessoas chegam cansadas de viver em guerra com a alimentação e com o próprio corpo. Porque o problema raramente é só a comida. O que realmente influencia a forma como você come é o seu comportamento alimentar. É ele que determina não apenas o que você escolhe comer, mas também como, quando, por que e em...

Desconstruir a mentalidade de dieta pode transformar sua relação com a comida

Muita gente cresce acreditando que comer bem significa viver em restrição. Contar calorias o tempo todo, cortar alimentos, sentir culpa depois de comer ou viver naquele ciclo de “segunda-feira eu começo de novo”. Mas, na prática, essa mentalidade costuma afastar cada vez mais as pessoas de uma relação saudável com a alimentação. Em 2026, fala-se muito mais sobre comportamento alimentar do que apenas sobre dieta. Porque hoje já se entende que saúde não é construída através de regras rígidas e punições constantes. E sim através de equilíbrio, consciência e sustentabilidade. Ter uma relação difícil com a comida pode trazer impactos físicos, emocionais e até sociais. O alimento deixa de ser algo natural e prazeroso e passa a ocupar um espaço de medo, controle e ansiedade. E isso muitas vezes começa com pensamentos que parecem inofensivos, mas acabam alimentando um ciclo desgastante. A mentalidade de dieta é um deles. Ela faz a pessoa acreditar que precisa viver em constante vigilância ...

Comer um doce não deveria vir acompanhado de culpa

Em algum momento, muita gente aprendeu que prazer e alimentação não poderiam caminhar juntos. Como se comer um doce fosse automaticamente um erro, um exagero ou um sinal de falta de controle. Mas a verdade é que a comida vai muito além de números, calorias ou regras rígidas. Comer também é experiência. É memória, afeto, celebração e prazer. Em 2026, fala-se cada vez mais sobre a importância de construir uma relação mais saudável com a comida, longe dos extremos e da culpa constante. Porque viver contando cada caloria o tempo inteiro pode afastar a alimentação daquilo que ela também deveria ser: algo leve, possível e humano. Permitir-se comer um doce ocasionalmente não invalida uma alimentação equilibrada. Pelo contrário. Muitas vezes, é justamente essa flexibilidade que torna a rotina alimentar mais sustentável e menos baseada em restrições difíceis de manter. O equilíbrio não está em nunca comer algo “fora da dieta”. Está em entender que uma alimentação saudável é construída ao lo...

Refluxo não precisa virar rotina

Azia, queimação, sensação de alimento voltando, desconforto após comer. Quem convive com refluxo gastroesofágico sabe o quanto esses sintomas podem atrapalhar o dia a dia. E o mais comum é que, com o tempo, muita gente comece a tratar isso como algo “normal”. Mas sentir refluxo com frequência não deve ser ignorado. A boa notícia é que alguns ajustes simples na alimentação e na rotina podem ajudar bastante no controle dos sintomas. Em 2026, já se entende com mais clareza que o refluxo não está ligado apenas ao que a pessoa come, mas também à forma como ela vive, se alimenta e até ao nível de estresse acumulado no dia a dia. Um dos primeiros pontos importantes é desacelerar durante as refeições. Mastigar bem os alimentos e comer sem pressa ajuda diretamente no processo digestivo. Quando a alimentação acontece de forma muito rápida, o corpo tende a engolir mais ar e digerir pior os alimentos, o que pode aumentar o desconforto e favorecer episódios de refluxo. Outro hábito que costuma a...

Do alimento natural ao ultraprocessado

A jornada dos alimentos até chegarem ao nosso prato é muito mais complexa do que parece. E entender esse caminho pode transformar completamente a forma como enxergamos a alimentação no dia a dia. Em meio a tantas informações, embalagens chamativas e promessas de praticidade, uma coisa continua sendo essencial em 2026: aprender a reconhecer a diferença entre alimentos naturais, processados e ultraprocessados. Não para viver em paranoia alimentar, mas para fazer escolhas mais conscientes e equilibradas. Tudo começa com os alimentos in natura. São aqueles obtidos diretamente da natureza, vindos de plantas ou animais, sem sofrer alterações após serem retirados do ambiente natural. Frutas, verduras, legumes, ovos, grãos e carnes frescas são exemplos disso. Esses alimentos carregam nutrientes, sabores, aromas e características naturais que fazem parte de uma alimentação mais próxima daquilo que o corpo reconhece há milhares de anos. Já os alimentos minimamente processados passam por peque...

Sintomas que parecem normais mas podem ser sinais do seu corpo pedindo atenção

Você já parou para pensar que alguns desconfortos do dia a dia podem não ser tão “normais” quanto parecem? A gente se acostuma com certos sintomas, aprende a conviver com eles e, aos poucos, deixa de perceber que o corpo pode estar tentando avisar que algo não está em equilíbrio. Em 2026, com rotinas cada vez mais aceleradas, sono irregular e alimentação muitas vezes desorganizada, ficou ainda mais comum normalizar sinais que mereciam um pouco mais de atenção. E a alimentação tem um papel direto nisso tudo. O que você sente no corpo muitas vezes está ligado ao que você come, à forma como você come e até ao seu estilo de vida como um todo. Ignorar esses sinais pode manter desconfortos constantes e, com o tempo, abrir espaço para questões mais complexas. Alguns sintomas, principalmente quando são frequentes, merecem um olhar mais cuidadoso. O inchaço constante pode indicar que algo não está indo bem na digestão ou na forma como o corpo está lidando com certos alimentos. Azia e reflux...

TPM e vontade de doce

  Se tem uma coisa que muita mulher reconhece é aquele momento em que a TPM chega e, junto com ela, uma vontade quase incontrolável de comer doce. O corpo muda, o humor oscila, o cansaço aparece e parece que tudo fica mais intenso. Mas a boa notícia é que a alimentação pode ser uma grande aliada nesse período, ajudando a aliviar sintomas e trazer mais equilíbrio. A TPM não é “frescura” nem falta de controle. Ela envolve alterações hormonais reais que impactam o corpo e também o emocional. É comum surgirem sinais como inchaço, irritabilidade, ansiedade, cansaço, dificuldade para dormir e uma vontade maior de comer, especialmente alimentos mais doces ou calóricos. E isso tem explicação. Nesse período, o corpo pode buscar mais energia rápida e também mais conforto, o que está diretamente ligado ao funcionamento do cérebro e dos hormônios. Por isso, em vez de lutar contra o corpo, o caminho mais interessante é aprender a apoiá-lo. Alguns alimentos podem ajudar bastante nesse momento...

Emagrecer não é só fechar a boca

  Muitas vezes, quando alguém está tentando emagrecer, surgem comentários aparentemente simples como “é só fechar a boca” ou “é só comer menos”. Mas, na prática, quem vive esse processo sabe que não funciona assim. Emagrecer não é apenas uma questão de força de vontade ou de reduzir a quantidade de comida. É um caminho muito mais complexo, que envolve o corpo, a mente e o contexto de vida de cada pessoa. O peso corporal não depende apenas do que está no prato. Ele é influenciado por diversos fatores que muitas vezes não são visíveis. Metabolismo, nível de atividade física, funcionamento hormonal, genética, qualidade do sono, saúde emocional e até o ambiente em que a pessoa vive têm impacto direto nesse processo. Em 2026, já se fala com mais clareza sobre como o estresse crônico, a rotina acelerada e até o excesso de estímulos digitais podem afetar a forma como nos alimentamos e como o corpo responde. Por isso, culpar alguém por não conseguir emagrecer é uma visão limitada e injus...

Comer vai muito além dos nutrientes

Quando o assunto é alimentação, é muito comum cair em um olhar reduzido. Pensar apenas em carboidratos, proteínas, gorduras, calorias. Como se a comida fosse uma equação que precisa fechar perfeitamente todos os dias. Se você já se pegou fazendo isso, não se culpe. Esse tipo de pensamento foi reforçado por anos e, hoje, em 2026, ele ainda aparece com força nas redes sociais, em aplicativos de contagem e em conteúdos que simplificam demais algo que é profundamente humano. Esse olhar tem até nome. Nutricionismo. É quando a gente passa a enxergar o alimento só pelos seus componentes, esquecendo tudo o que existe ao redor dele. Mas a comida nunca foi só isso. A comida é cultura. É memória. É afeto. Ela está presente nas reuniões de família, nas comemorações, nos momentos difíceis e também nos mais felizes. Está no cheiro que lembra a infância, no prato que alguém preparou com carinho, na tradição que atravessa gerações. Comer também é se conectar. Com a própria história, com as pessoas a...