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Talvez o problema não seja você e sim a forma como te ensinaram a fazer dieta



Você já se perguntou por que tantas dietas começam com esperança e terminam em culpa, frustração ou sensação de fracasso? Por que parece tão difícil manter uma alimentação “perfeita” por muito tempo? E por que, muitas vezes, quanto mais você tenta controlar a comida, mais ela ocupa espaço na sua mente? Se você se identifica com isso, talvez exista algo importante para entender: seguir uma dieta restritiva não necessariamente melhora sua relação com a comida. Em muitos casos, ela pode até piorar.

Meu nome é Mariana Trigueiro, sou nutricionista, especialista em transtornos alimentares e trabalho com abordagem comportamental. E uma das coisas que mais vejo na prática clínica é o quanto as pessoas chegam cansadas de viver em guerra com a alimentação e com o próprio corpo. Porque o problema raramente é só a comida. O que realmente influencia a forma como você come é o seu comportamento alimentar. É ele que determina não apenas o que você escolhe comer, mas também como, quando, por que e em quais situações a comida aparece na sua vida. A alimentação está diretamente ligada às emoções, à rotina, ao ambiente, às experiências vividas e até à forma como você aprendeu a enxergar o próprio corpo ao longo dos anos.

Por isso, quando uma dieta trabalha apenas regras e restrições, mas ignora comportamento, emoções e contexto, ela tende a não se sustentar. Em 2026, fala-se cada vez mais sobre a importância de construir uma alimentação possível, flexível e consciente. Não baseada em medo ou punição, mas em compreensão. Talvez, em vez de entrar em mais uma dieta restritiva, o caminho seja começar uma reflexão alimentar. Se perguntar com mais gentileza como você se sente em relação à comida, se come por fome, ansiedade, hábito ou cansaço, quais situações despertam culpa ou sensação de descontrole, e quais hábitos realmente fazem sentido para a sua rotina.

Essas reflexões ajudam a desenvolver consciência, e consciência transforma muito mais do que regras rígidas. Construir uma relação saudável com a comida não significa comer perfeitamente o tempo todo. Significa aprender a ouvir o corpo, respeitar limites, acolher emoções e encontrar equilíbrio sem abrir mão da própria vida. E você não precisa fazer isso sozinho.

No meu acompanhamento, o objetivo não é criar mais uma lista de proibições. É ajudar você a construir uma relação mais leve, segura e sustentável com a alimentação e consigo mesmo. Porque comer deveria ser um ato de cuidado, e não de sofrimento.

Nutri Mari Trigueiro está mais presente nos atendimentos on-line, marque sua consulta virtual aqui. 

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