Em algum momento, muita gente aprendeu que prazer e alimentação não poderiam caminhar juntos. Como se comer um doce fosse automaticamente um erro, um exagero ou um sinal de falta de controle. Mas a verdade é que a comida vai muito além de números, calorias ou regras rígidas.
Comer também é experiência. É memória, afeto, celebração e prazer.
Em 2026, fala-se cada vez mais sobre a importância de construir uma relação mais saudável com a comida, longe dos extremos e da culpa constante. Porque viver contando cada caloria o tempo inteiro pode afastar a alimentação daquilo que ela também deveria ser: algo leve, possível e humano.
Permitir-se comer um doce ocasionalmente não invalida uma alimentação equilibrada. Pelo contrário. Muitas vezes, é justamente essa flexibilidade que torna a rotina alimentar mais sustentável e menos baseada em restrições difíceis de manter.
O equilíbrio não está em nunca comer algo “fora da dieta”. Está em entender que uma alimentação saudável é construída ao longo do tempo, pelas escolhas feitas na maior parte dos dias, e não por um alimento isolado.
Além disso, reduzir a comida apenas a calorias faz a gente perder algo importante pelo caminho. Comer não é só ingerir energia. É também nutrir o corpo com diferentes nutrientes, mas sem esquecer do contexto emocional e social que envolve a alimentação.
Cada pessoa possui necessidades, preferências e rotinas diferentes. O que funciona para um indivíduo pode não funcionar para outro. Por isso, encontrar um equilíbrio alimentar pessoal passa muito mais por autoconhecimento do que por seguir regras prontas da internet.
Isso pode significar aprender a incluir mais alimentos nutritivos no dia a dia, respeitar sinais de fome e saciedade e, ao mesmo tempo, permitir momentos de prazer sem transformar isso em culpa ou punição.
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