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Apresentação:

Este é o Blog Oficial da Nutri Mari Trigueiro . Aqui você terá informações sobre a profissional, dicas de nutrição (sem terrorismo nutricional), receitas, muito conteúdo de saúde que nossa Nutri Mari tem a nos indicar. Acompanhe o blog, favorite, compartilhe que você vai estar fazendo bem a si mesmo. Aliás, uma boa alimentação é garantia de saúde e longevidade. Apresentação da Nutri Mari Trigueiro: Olá, me chamo Mariana Trigueiro e além de nutricionista, também sou dançarina, super apaixonada por dança, música, poesia e arte em geral. Tenho 26 anos e desde os 16 anos eu escolhi essa profissão por ver o impacto que uma má alimentação causa na saúde e querer descobrir uma forma de mudar essa situação e assim ajudar as pessoas. Apesar de ter muitas outras paixões, como citei anteriormente, eu nunca consegui me enxergar fazendo outra coisa. Fui uma criança acima do peso e desde nova senti o peso dos padrões de beleza impostos pela sociedade. O ano de 2022 foi muito especial. Me tornei d...
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TPM e vontade de doce

  Se tem uma coisa que muita mulher reconhece é aquele momento em que a TPM chega e, junto com ela, uma vontade quase incontrolável de comer doce. O corpo muda, o humor oscila, o cansaço aparece e parece que tudo fica mais intenso. Mas a boa notícia é que a alimentação pode ser uma grande aliada nesse período, ajudando a aliviar sintomas e trazer mais equilíbrio. A TPM não é “frescura” nem falta de controle. Ela envolve alterações hormonais reais que impactam o corpo e também o emocional. É comum surgirem sinais como inchaço, irritabilidade, ansiedade, cansaço, dificuldade para dormir e uma vontade maior de comer, especialmente alimentos mais doces ou calóricos. E isso tem explicação. Nesse período, o corpo pode buscar mais energia rápida e também mais conforto, o que está diretamente ligado ao funcionamento do cérebro e dos hormônios. Por isso, em vez de lutar contra o corpo, o caminho mais interessante é aprender a apoiá-lo. Alguns alimentos podem ajudar bastante nesse momento...

Emagrecer não é só fechar a boca

  Muitas vezes, quando alguém está tentando emagrecer, surgem comentários aparentemente simples como “é só fechar a boca” ou “é só comer menos”. Mas, na prática, quem vive esse processo sabe que não funciona assim. Emagrecer não é apenas uma questão de força de vontade ou de reduzir a quantidade de comida. É um caminho muito mais complexo, que envolve o corpo, a mente e o contexto de vida de cada pessoa. O peso corporal não depende apenas do que está no prato. Ele é influenciado por diversos fatores que muitas vezes não são visíveis. Metabolismo, nível de atividade física, funcionamento hormonal, genética, qualidade do sono, saúde emocional e até o ambiente em que a pessoa vive têm impacto direto nesse processo. Em 2026, já se fala com mais clareza sobre como o estresse crônico, a rotina acelerada e até o excesso de estímulos digitais podem afetar a forma como nos alimentamos e como o corpo responde. Por isso, culpar alguém por não conseguir emagrecer é uma visão limitada e injus...

Comer vai muito além dos nutrientes

Quando o assunto é alimentação, é muito comum cair em um olhar reduzido. Pensar apenas em carboidratos, proteínas, gorduras, calorias. Como se a comida fosse uma equação que precisa fechar perfeitamente todos os dias. Se você já se pegou fazendo isso, não se culpe. Esse tipo de pensamento foi reforçado por anos e, hoje, em 2026, ele ainda aparece com força nas redes sociais, em aplicativos de contagem e em conteúdos que simplificam demais algo que é profundamente humano. Esse olhar tem até nome. Nutricionismo. É quando a gente passa a enxergar o alimento só pelos seus componentes, esquecendo tudo o que existe ao redor dele. Mas a comida nunca foi só isso. A comida é cultura. É memória. É afeto. Ela está presente nas reuniões de família, nas comemorações, nos momentos difíceis e também nos mais felizes. Está no cheiro que lembra a infância, no prato que alguém preparou com carinho, na tradição que atravessa gerações. Comer também é se conectar. Com a própria história, com as pessoas a...

Nutrição em tempos de excesso de informação

  A vida de um nutricionista nunca foi simples. E hoje, em 2026, talvez esteja ainda mais desafiadora. Todos os dias somos impactados por vídeos, posts e promessas que parecem trazer a solução perfeita para emagrecer, ter mais energia ou transformar o corpo rapidamente. Mas, junto com esse acesso fácil à informação, veio também um excesso de conteúdos duvidosos que acabam confundindo quem só quer cuidar melhor da própria saúde. No meio desse cenário, mais do que nunca, é importante voltar ao básico. E principalmente, separar o que é tendência do que é verdade. Nem tudo o que brilha na internet é ouro Você já viu promessas de emagrecimento rápido, suplementos milagrosos ou dietas que dizem funcionar para todo mundo? Esse tipo de conteúdo continua crescendo porque chama atenção, mas nem sempre tem respaldo científico. Hoje, com algoritmos entregando exatamente o que prende o olhar, é fácil cair na sensação de que “todo mundo está fazendo” ou de que existe um atalho simples. Ma...

É fome ou emoção aprenda a escutar seu corpo

Sabe aquele momento em que você se vê abrindo a geladeira, encarando os potes, como se fosse encontrar ali a resposta para tudo? Ou quando surge uma vontade do nada de comer alguma coisa gostosa, mas você nem sabe exatamente o quê? Pois é... isso é muito mais comum do que parece, especialmente no mundo de hoje, em que estamos o tempo todo sendo estimulados por imagens, cheiros e até pelo que aparece na tela do celular. A diferença entre fome e vontade de comer pode parecer sutil, mas entender isso muda completamente a forma como você se relaciona com a comida e com o seu próprio corpo. - Entendendo os sinais do corpo Nem sempre é fácil interpretar o que o corpo está pedindo. Às vezes é fome de verdade, a chamada fome fisiológica, que chega aos poucos. O estômago começa a roncar, a energia diminui, pode bater uma leve irritação. Nesse caso, o corpo está pedindo combustível, e uma refeição nutritiva faz toda a diferença. Mas existem momentos em que não é o estômago que está falando. É ...

Nenhum alimento sozinho tem esse poder sobre o seu corpo

Nem a salada, nem a pizza, nem qualquer outro alimento, de forma isolada, tem o poder de te engordar ou emagrecer. Essa ideia, tão comum, acaba criando uma relação distorcida com a comida, baseada em medo, culpa e restrição. Você pode comer de tudo com equilíbrio. Sem excessos, mas também sem proibições rígidas. O problema não está em um alimento específico, mas no contexto em que ele aparece na sua rotina. Esse pensamento de que existem alimentos que “engordam” e, por isso, devem ser evitados a qualquer custo, é um dos principais gatilhos para comportamentos restritivos. E, muitas vezes, essa restrição é justamente o que leva ao excesso depois. É um ciclo que desgasta, confunde e afasta você do equilíbrio. Nenhum alimento, consumido de forma pontual, é responsável por mudanças significativas no seu corpo. O ganho de gordura acontece com o tempo, a partir de um padrão de consumo em excesso, e não por causa de uma refeição isolada. Da mesma forma, nenhum alimento isolado tem o poder ...

Uma consulta não resolve tudo, mas pode mudar o seu caminho

Eu queria muito te dizer que uma única consulta já seria suficiente para organizar toda a sua alimentação e te levar direto ao seu objetivo. Seria mais simples, mais rápido e muito mais confortável. Mas, na prática, não é assim que funciona. A vida não segue roteiro. Ela muda, surpreende, exige adaptação o tempo todo. E tudo isso impacta diretamente a forma como você se alimenta. Tem dias em que você come mais, dias em que come menos, dias em que não consegue seguir o que foi planejado. E isso não é fracasso, é realidade. É exatamente por isso que o acompanhamento faz tanta diferença. Não é só sobre montar um plano, é sobre ajustar esse plano conforme a sua vida acontece. As dificuldades vão surgir, isso é inevitável. Mas quando você tem orientação, fica muito mais fácil entender o que está acontecendo e encontrar caminhos possíveis para continuar. A consulta é o primeiro passo. É onde você começa a enxergar a sua alimentação com mais clareza, entende o que precisa ser ajustado e co...

Se dói pra manter, não é o seu peso ideal

Se o seu peso “ideal” só existe à base de sofrimento, restrição e culpa, talvez ele nunca tenha sido ideal pra você. E essa é uma reflexão importante pra começar a semana com mais consciência e mais gentileza com o seu corpo. A gente aprendeu, por muito tempo, a associar resultado com sacrifício extremo. Como se fosse normal viver cansado, com fome, frustrado e em constante vigilância só para sustentar um número na balança. Mas não, isso não é equilíbrio. Isso é desgaste. Não normalize o sofrimento como parte obrigatória do processo. Não aceite como padrão comportamentos que te afastam da sua saúde física e mental só para atingir um peso que, muitas vezes, foi construído a partir de referências irreais ou fórmulas genéricas. Mas afinal, o que é o peso ideal? Não é um número pronto que você descobre em uma conta matemática. O peso ideal é aquele em que você se sente bem, em que o seu corpo funciona com qualidade, em que você tem energia para viver o seu dia, cumprir suas atividades e...

Você não engordou, é só a balança que está te confundindo

Se você é a pessoa que se pesa várias vezes ao dia e sente o humor mudar a cada número que aparece, esse texto é pra você. A balança, muitas vezes, tem mais impacto emocional do que deveria, e isso pode estar te afastando de uma relação mais leve e consciente com o seu corpo. Estar com um número maior na balança não significa, necessariamente, que você engordou. Engordar envolve aumento de gordura corporal, e a balança, sozinha, não é capaz de te mostrar isso. Ela não diferencia gordura, músculo, água ou qualquer outra variação que acontece naturalmente no organismo ao longo do dia. Se pesar várias vezes ao dia, ou até todos os dias, tende a alimentar ansiedade e frustração. O peso corporal oscila, isso é fisiológico. Não é sinal de descontrole, nem de erro na alimentação. É apenas o corpo funcionando. Ao longo de um único dia, o seu peso pode variar por diversos motivos. A quantidade de água que você ingeriu, o sal presente nas refeições, o volume de comida no trato digestivo, alte...

Seu prato não precisa de restrição, precisa de equilíbrio

  O seu prato não precisa ser mais restritivo, ele precisa ser completo. Essa é uma mudança simples de perspectiva, mas profundamente transformadora na forma como você se relaciona com a comida. Durante muito tempo, a ideia de alimentação saudável foi associada à exclusão, ao corte, à limitação. Mas, na prática clínica e no dia a dia, o que realmente funciona é o contrário: é aprender a incluir. Quando você começa a olhar para o seu prato como uma construção, e não como uma lista de proibições, tudo muda. Um prato completo é aquele que te nutre de verdade, que oferece variedade, equilíbrio e sustenta o seu corpo ao longo do dia. E isso passa, necessariamente, por trazer mais vegetais para a refeição. Mais cor no prato significa mais diversidade de nutrientes, mais fibras, mais volume alimentar e, consequentemente, mais saciedade. As fibras presentes nos vegetais, por exemplo, têm um papel fundamental no controle da fome. Elas retardam a digestão, ajudam a estabilizar a glicemia e...

Comparação Corporal

  Já se perguntou por que tantas vezes você olha para outra pessoa e pensa que o corpo dela é mais bonito que o seu? Esse sentimento de comparação parece automático, especialmente em uma era em que somos constantemente expostos a imagens editadas, filtros e padrões estéticos altamente selecionados. No entanto, essa comparação diz menos sobre a beleza do outro e muito mais sobre a forma como você enxerga a si mesmo. Vivemos em uma cultura que reforça padrões muitas vezes inalcançáveis e pouco diversos. Redes sociais, publicidade e até conversas cotidianas podem alimentar a sensação de que nunca somos suficientes. Aos poucos, começamos a olhar para o próprio corpo com lupa crítica, enquanto olhamos para o corpo do outro com admiração ampliada. Esquecemos que o outro também tem inseguranças, ângulos, dias ruins e histórias que não aparecem na foto. O seu corpo carrega sua trajetória. Ele guarda memórias, cicatrizes, conquistas, fases e aprendizados. Ele permite que você caminhe, abr...

Comer Emocional: entender para não entrar em culpa

Você já se pegou buscando um doce ou um lanche para aliviar o estresse, a tristeza ou até mesmo o tédio? Esse comportamento, conhecido como comer emocional, acontece quando usamos a comida como estratégia para lidar com sentimentos difíceis, e não para suprir uma necessidade física de energia. É uma resposta humana e relativamente comum em momentos de pressão, mas quando se torna frequente pode impactar a saúde física, a autoestima e a relação com a alimentação. A fome emocional é diferente da fome fisiológica. A fome física costuma aparecer gradualmente, vem acompanhada de sinais corporais como estômago roncando, queda de energia e dificuldade de concentração, e pode ser saciada com uma refeição equilibrada. Já a fome emocional surge de forma repentina, geralmente com desejo específico por alimentos ricos em açúcar ou gordura, que oferecem conforto imediato. Esse mecanismo está ligado à liberação de dopamina e outras substâncias associadas ao prazer e ao alívio temporário do estresse....

Como dormir melhor pode transformar seus resultados

Uma noite mal dormida pode estar dificultando seus resultados e impactando diretamente sua qualidade de vida mais do que você imagina. O sono não é apenas um momento de descanso, mas um processo biológico essencial para a regulação hormonal, recuperação metabólica, equilíbrio emocional e controle do apetite. Quando ele é negligenciado, todo o organismo sente as consequências, inclusive sua relação com a comida. A ciência já demonstra que a privação de sono interfere nos hormônios que regulam fome e saciedade. Quando dormimos pouco ou com baixa qualidade, ocorre aumento da grelina, hormônio responsável por estimular a fome, e redução da leptina, que sinaliza saciedade. Na prática, isso significa mais fome ao longo do dia e maior dificuldade em se sentir satisfeito. Além disso, o aumento do cortisol, hormônio do estresse, favorece inflamações, retenção e maior tendência ao armazenamento de gordura, especialmente na região abdominal. Não é falta de força de vontade. É fisiologia. Dormir...

Respeitar o Corpo em Todas as Fases

Nosso corpo muda ao longo da vida, e essa é uma realidade natural. Crescemos, envelhecemos, atravessamos fases, vivemos experiências, enfrentamos desafios e tudo isso deixa marcas. A aceitação corporal não significa amar cada detalhe o tempo inteiro, mas reconhecer essas mudanças como parte da trajetória e escolher não entrar em uma batalha constante contra o próprio reflexo. Muitas vezes acreditamos que aceitar o corpo significa estar completamente satisfeito com ele todos os dias. Essa ideia, além de irreal, pode gerar ainda mais frustração. Haverá dias em que você se sentirá confortável e outros em que a insatisfação aparecerá. Isso faz parte da experiência humana. O ponto central não é eliminar esses sentimentos, mas impedir que eles determinem a forma como você se trata, se alimenta ou cuida de si. Olhar para o corpo com gentileza é um exercício diário. Seu corpo não é apenas aparência. Ele é o meio pelo qual você vive, sente, trabalha, cria, abraça, respira e se movimenta pelo ...

É fome, vontade ou emoção? Aprendendo a escutar o corpo

Sabe aquele momento em que você se pega abrindo a geladeira e encarando os potes como se ali estivesse a resposta para todos os seus dilemas? Ou quando surge, de repente, uma vontade de comer alguma coisa gostosa, mas você nem sabe exatamente o que é? Você não está sozinho. Esse é um cenário muito mais comum do que parece. A diferença entre fome e vontade de comer pode ser sutil, mas compreender essa diferença transforma completamente nossa relação com a comida e com o próprio corpo. A fome fisiológica costuma surgir de forma gradual e vem acompanhada de sinais físicos claros, como estômago roncando, queda de energia, dificuldade de concentração e até irritação. Quando é fome real, qualquer refeição equilibrada tende a resolver, porque o corpo está pedindo combustível. Já a vontade de comer nem sempre nasce no estômago. Muitas vezes ela tem origem emocional. Ansiedade, tédio, cansaço, estresse, frustração ou até celebração podem nos levar a buscar comida como forma de conforto, distr...